A Doença Hepática Gordurosa Não Alcoólica (DHGNA) inclui uma gama de condições hepáticas que vão desde o acúmulo simples de gordura no fígado até a esteato-hepatite não alcoólica, podendo evoluir para fibrose e, em casos graves, para cirrose.
A patogênese exata ainda não é totalmente compreendida, mas envolve fatores genéticos, ambientais e metabólicos. Estudos recentes mostram que a resistência à insulina e a oxidação de ácidos gordos são processos fundamentais no seu desenvolvimento.
Pesquisas recentes indicam que o óleo de linhaça, rico em ácidos gordos poli-insaturados (PUFA), incluindo omega-3 e omega-6, pode promover melhoras significativas nos parâmetros hepáticos e metabólicos.
Enzimas hepáticas: redução nos níveis de enzimas como ALT (alanina aminotransferase) e AST (aspartato aminotransferase), que são indicadores de inflamação e dano hepático
Resistência à insulina: melhora na resistência à insulina, medida pelo índice HOMA-IR, importante para o controle glicêmico e associado à progressão da DHGNA
Esteatose hepática e fibrose: diminuição da quantidade de gordura no fígado (esteatose) e da fibrose hepática

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